Um projeto para melhorar a qualidade de vida dos idosos na sua habitação, que vai abranger 20 municípios, 1500 idosos, e permitir uma teleassistência mais abrangente.

A vigilância sai reforçada com o “10 mil vidas”. Até agora a teleassistência era possível através de um ponto fixo. Agora, os idosos passam a ter um aparelho portátil. “a portabilidade e o sinal do aparelho permite que os idosos possam andar no jardim ou no quintal e estarem georeferenciados”, como explica Luís Antunes, autarca da Lousã. Assinala-se hoje o Dia Mundial da Terceira Idade.
O projeto “10 mil vidas” é desenvolvido na Associação Nacional de Cuidado e Saúde, com sede na Lousã, e tem um segundo objetivo, que vai para além da teleassistência. “A redução do esforço financeiro por parte do Estado em relação à institucionalização e manter as aldeias com vida, habitadas, e os idosos com qualidade de vida no seu ambiente natural”.
O jornalista Miguel Midões foi conhecer o 10 Mil Vidas
A Lousã é o município piloto, onde o projeto já está a ser testado, com 50 idosos envolvidos no “10 mil vidas”. Mas, o projeto não está apenas vocacionado para meios rurais, mas sim também para outro tipo de aglomerados, como as cidades, porque “o isolamento não é só uma questão geográfica e muitas vezes nas cidades, num bloco de habitação coletiva, as pessoas não se conhecem e não se falam e precisam de assistência”.
Luís Antunes assegura que, na Lousã, vai ficar a central de teleassistência do projeto “10 mil vidas”.
Neste município do distrito de Coimbra foi dada prioridade a idosos que não estavam ainda a ser acompanhados por IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social), que viviam sozinhos e que precisavam de um acompanhamento maior.

Fonte: Clique aqui.

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